3/31/2015

Geração após geração

Geração após geração, é sempre a mesma história: todo mundo fica ansioso para saber quais os próximos avanços tecnológicos que serão enfiados naquelas pequenas caixas de plástico que tanto adoramos, e o quanto isso vai tornar os jogos que gostamos cada vez mais grandiosos. E apesar de as vezes as empresas prometerem demais e cumprirem de menos, no final das contas nós acabamos nos divertindo pra caramba e recebendo jogos fodas que nem imaginávamos que um dia veriam a luz do dia. Mas se no começo, a briga para ver que tinha o console mais rápido ou com melhores gráficos era relevante, na geração passada a Nintendo pegou todo mundo de "calças curtas" e começou a colocar em dúvida esse conceito de nova geração. Primeiramente, vamos colocar uma coisa na cabeça: a idéia de nova geração além de ser muito subjetiva, é mais uma questão de mercado do que técnica. Pegue as duas primeiras gerações de consoles por exemplo, e vocês verão que é uma mistura maluca de tecnologias que muitas vezes pouco tinham semelhança, até porque era uma época maluca mesmo. E mesmo nas gerações seguintes, volta e meia rolavam algumas discrepâncias entre o console mais fraco e o mais forte. Quem aí já fez um comparativo entre Dreamcast e o Xbox "Caixão" por exemplo? Pois é.

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